TM

São Paulo, SP

Thiago Martins

Engenheiro de IA Pleno

Com 4 anos de experiência em desenvolvimento de modelos de machine learning e IA generativa, especializado em processamento de linguagem natural (PLN) e sistemas de recomendação. Apaixonado por ética em IA e desenvolvimento de modelos livres de viés.

HABILIDADES

O que eu faço bem

Python95
TensorFlow90
PyTorch88
PLN92
IA Generativa85
Transformers90
SQL85
Ética em IA92

PROJETOS

Trabalhos em destaque

DEMANDAS RELEVANTES

Projetos em que fiz a diferença

IA BrasilJulho de 2024

Ética em IA: como evitar vieses em modelos de PLN para o público brasileiro

Meu papel: Autor

# Ética em IA: como evitar vieses em modelos de PLN para o público brasileiro Um dos maiores desafios no desenvolvimento de modelos de IA para o mercado brasileiro é evitar vieses, especialmente em modelos de processamento de linguagem natural, que muitas vezes são treinados com dados de países de língua inglesa e não representam a diversidade do nosso país. Quando comecei a trabalhar no projeto Assistente PME, nosso primeiro modelo era baseado em um modelo de PLN americano, e percebemos que ele tinha muita dificuldade de entender perguntas feitas em português coloquial, com gírias e regionalismos, e também não sabia responder dúvidas específicas de pequenos empresários brasileiros, como questões sobre o MEI ou o Simples Nacional. Para resolver esse problema, coletamos um conjunto de 100 mil perguntas e respostas de pequenos empresários de todas as regiões do país, e fizemos o fine-tuning do modelo com esses dados, além de adicionar regras específicas para lidar com regionalismos e termos do setor empresarial brasileiro. Outro ponto importante foi testar o modelo com grupos de usuários de diferentes classes sociais e regiões, para garantir que ele não tivesse viés contra públicos de baixa renda ou de periferia. O resultado foi que a taxa de acerto do modelo subiu de 62% para 91%, e a satisfação dos usuários aumentou em 3 pontos. Essa experiência me ensinou que ética em IA não é um conceito abstrato: é uma prática que precisa ser parte de todo o ciclo de desenvolvimento de modelos, desde a coleta de dados até os testes com usuários reais.

O desafio

Desenvolver um modelo de IA generativa que respondesse dúvidas de pequenos empresários brasileiros de forma acessível e sem viés

Minha contribuição

Desenvolvimento e fine-tuning do modelo de PLN, coleta de dados de treinamento, testes com usuários

Resultados e impacto

Modelo com taxa de acerto de 91%, mais de 30 mil usuários ativos mensais, taxa de satisfação de 4,6/5

IAPLNÉtica em IA
Data Science FinanceAbril de 2024

Modelos de detecção de fraudes bancárias: como reduzir falsos positivos e aumentar a segurança

Meu papel: Autor

# Modelos de detecção de fraudes bancárias: como reduzir falsos positivos e aumentar a segurança A detecção de fraudes em transações bancárias é um dos casos de uso mais comuns de machine learning no setor financeiro, mas muitos modelos têm um problema: eles geram muitos falsos positivos, ou seja, bloqueiam transações legítimas por engano, o que causa frustração nos usuários e prejuízo para o banco. No projeto do modelo antifraude do Banco Y, nosso maior desafio era reduzir a taxa de falsos positivos sem diminuir a taxa de detecção de fraudes verdadeiras. Para isso, utilizamos um conjunto de dados de 10 milhões de transações históricas, e testamos diferentes algoritmos, incluindo redes neurais e gradient boosting. Também adicionamos features específicas para o mercado brasileiro, como histórico de compras do usuário e comportamento de gastos por região. O resultado foi um modelo com taxa de acerto de 98%, redução de 62% no número de fraudes aprovadas e redução de 40% no número de falsos positivos. A economia gerada para o banco foi de R$ 4,2 milhões por ano, pois evitamos perdas com fraudes e reduzimos o número de transações bloqueadas por engano, que geravam custos de atendimento ao cliente.

O desafio

Desenvolver um modelo de detecção de fraudes com alta taxa de acerto e baixa taxa de falsos positivos

Minha contribuição

Desenvolvimento e teste de algoritmos de machine learning, engenharia de features, implantação do modelo em produção

Resultados e impacto

Taxa de acerto de 98%, redução de 62% nas fraudes aprovadas, redução de 40% nos falsos positivos, economia de R$ 4,2 milhões por ano

Machine LearningFintechDetecção de fraudes

ARTIGOS

Ideias que compartilho

Ética em IA: como evitar vieses em modelos de PLN para o público brasileiro

Um dos maiores desafios no desenvolvimento de modelos de IA para o mercado brasileiro é evitar vieses, especialmente em modelos de processamento de linguagem natural, que muitas vezes são treinados com dados de países de língua inglesa e não representam a diversidade do nosso país. Quando comecei a trabalhar no projeto Assistente PME, nosso primeiro modelo era baseado em um modelo de PLN americano, e percebemos que ele tinha muita dificuldade de entender perguntas feitas em português coloquial, com gírias e regionalismos, e também não sabia responder dúvidas específicas de pequenos empresários brasileiros, como questões sobre o MEI ou o Simples Nacional. Para resolver esse problema, coletamos um conjunto de 100 mil perguntas e respostas de pequenos empresários de todas as regiões do país, e fizemos o fine-tuning do modelo com esses dados, além de adicionar regras específicas para lidar com regionalismos e termos do setor empresarial brasileiro. Outro ponto importante foi testar o modelo com grupos de usuários de diferentes classes sociais e regiões, para garantir que ele não tivesse viés contra públicos de baixa renda ou de periferia. O resultado foi que a taxa de acerto do modelo subiu de 62% para 91%, e a satisfação dos usuários aumentou em 3 pontos. Essa experiência me ensinou que ética em IA não é um conceito abstrato: é uma prática que precisa ser parte de todo o ciclo de desenvolvimento de modelos, desde a coleta de dados até os testes com usuários reais.

Modelos de detecção de fraudes bancárias: como reduzir falsos positivos e aumentar a segurança

A detecção de fraudes em transações bancárias é um dos casos de uso mais comuns de machine learning no setor financeiro, mas muitos modelos têm um problema: eles geram muitos falsos positivos, ou seja, bloqueiam transações legítimas por engano, o que causa frustração nos usuários e prejuízo para o banco. No projeto do modelo antifraude do Banco Y, nosso maior desafio era reduzir a taxa de falsos positivos sem diminuir a taxa de detecção de fraudes verdadeiras. Para isso, utilizamos um conjunto de dados de 10 milhões de transações históricas, e testamos diferentes algoritmos, incluindo redes neurais e gradient boosting. Também adicionamos features específicas para o mercado brasileiro, como histórico de compras do usuário e comportamento de gastos por região. O resultado foi um modelo com taxa de acerto de 98%, redução de 62% no número de fraudes aprovadas e redução de 40% no número de falsos positivos. A economia gerada para o banco foi de R$ 4,2 milhões por ano, pois evitamos perdas com fraudes e reduzimos o número de transações bloqueadas por engano, que geravam custos de atendimento ao cliente.