LM

Belo Horizonte, MG

Luca Mendes

Designer de Produto Pleno

Especializado em design de produtos digitais para o setor de saúde, com 4 anos de experiência criando interfaces intuitivas para aplicativos de telemedicina e prontuários eletrônicos. Focado em design centrado no usuário e acessibilidade.

HABILIDADES

O que eu faço bem

Figma95
Design System90
Pesquisa com usuários92
Prototipação88
Acessibilidade85
Adobe XD80
User Journey Mapping90

PROJETOS

Trabalhos em destaque

DEMANDAS RELEVANTES

Projetos em que fiz a diferença

Design Health BRAbril de 2024

Design centrado no usuário na saúde: por que ouvir os profissionais é tão importante quanto ouvir os pacientes

Meu papel: Autor

# Design centrado no usuário na saúde: por que ouvir os profissionais é tão importante quanto ouvir os pacientes Quando falamos de design de produtos para a área da saúde, é comum focar apenas na experiência do paciente, mas os profissionais de saúde são usuários igualmente importantes, e muitas vezes são deixados de lado. No projeto Prontuário Fácil, nosso primeiro erro foi assumir que sabíamos quais eram as dores dos médicos e enfermeiros, e lançamos uma versão inicial do produto sem consultá-los. O resultado foi que a taxa de adoção do prontuário foi de apenas 12% nos primeiros 3 meses, pois os profissionais achavam o fluxo de preenchimento complicado e demorado. Depois de perceber o erro, passamos a realizar entrevistas semanais com 10 profissionais de diferentes clínicas, observando como eles usavam o prontuário antigo e coletando feedback constante. A partir desse processo, conseguimos identificar que a maior dor era a quantidade de campos obrigatórios desnecessários, e reduzimos o número de campos de 42 para 18, mantendo apenas as informações essenciais. Além disso, adicionamos atalhos de teclado e a opção de preenchimento por voz, que reduziu ainda mais o tempo de uso. Depois dessas mudanças, a taxa de adoção subiu para 89% em 6 meses, e os próprios profissionais passaram a indicar o produto para outras clínicas. Essa experiência me ensinou que, especialmente na área da saúde, o design centrado no usuário não é um processo opcional: é a única forma de criar produtos que realmente resolvem problemas e são utilizados no dia a dia.

O desafio

Criar um prontuário eletrônico que fosse fácil de usar para profissionais de saúde de pequenas clínicas

Minha contribuição

Liderança do processo de design, pesquisa com usuários, prototipação e testes de usabilidade

Resultados e impacto

Taxa de adoção do produto de 89% em 6 meses, redução de 45% no tempo de preenchimento de prontuários, aumento de 28% na satisfação dos profissionais

Design de ProdutoSaúdeDesign centrado no usuário
UX Design BrasilNovembro de 2023

Acessibilidade em produtos de saúde: como criar interfaces para todos os usuários

Meu papel: Palestrante

# Acessibilidade em produtos de saúde: como criar interfaces para todos os usuários A acessibilidade em produtos de saúde é especialmente importante, pois muitos usuários têm deficiências temporárias ou permanentes que dificultam o uso de interfaces comuns. No projeto TeleSaúde Rural, percebemos que 30% dos usuários tinham dificuldade de usar a câmera do celular para fazer consultas por vídeo, seja por deficiência motora, seja por falta de familiaridade com a tecnologia. Para resolver esse problema, adicionamos a opção de atendimento por áudio, que permitia que o usuário fizesse a consulta sem precisar ligar a câmera, e aumentamos o tamanho dos botões de interface em 30%, para facilitar o uso por pessoas com deficiência motora. Também adicionamos suporte a leitores de tela, para usuários com deficiência visual. O resultado foi que a taxa de satisfação dos usuários com deficiência aumentou de 62% para 94%, e o número de consultas por áudio representou 22% do total de consultas realizadas no primeiro ano. A lição que aprendi é que acessibilidade não é um recurso extra: ela aumenta o público do seu produto e melhora a experiência de todos os usuários.

O desafio

Criar um aplicativo de telemedicina acessível para usuários de zonas rurais, com diferentes tipos de deficiência

Minha contribuição

Definição de padrões de acessibilidade para o produto, design de funcionalidades inclusivas

Resultados e impacto

94% de satisfação dos usuários, 22% das consultas realizadas por áudio, expansão para 15 municípios rurais

AcessibilidadeDesign de ProdutoSaúde

ARTIGOS

Ideias que compartilho

Design centrado no usuário na saúde: por que ouvir os profissionais é tão importante quanto ouvir os pacientes

Quando falamos de design de produtos para a área da saúde, é comum focar apenas na experiência do paciente, mas os profissionais de saúde são usuários igualmente importantes, e muitas vezes são deixados de lado. No projeto Prontuário Fácil, nosso primeiro erro foi assumir que sabíamos quais eram as dores dos médicos e enfermeiros, e lançamos uma versão inicial do produto sem consultá-los. O resultado foi que a taxa de adoção do prontuário foi de apenas 12% nos primeiros 3 meses, pois os profissionais achavam o fluxo de preenchimento complicado e demorado. Depois de perceber o erro, passamos a realizar entrevistas semanais com 10 profissionais de diferentes clínicas, observando como eles usavam o prontuário antigo e coletando feedback constante. A partir desse processo, conseguimos identificar que a maior dor era a quantidade de campos obrigatórios desnecessários, e reduzimos o número de campos de 42 para 18, mantendo apenas as informações essenciais. Além disso, adicionamos atalhos de teclado e a opção de preenchimento por voz, que reduziu ainda mais o tempo de uso. Depois dessas mudanças, a taxa de adoção subiu para 89% em 6 meses, e os próprios profissionais passaram a indicar o produto para outras clínicas. Essa experiência me ensinou que, especialmente na área da saúde, o design centrado no usuário não é um processo opcional: é a única forma de criar produtos que realmente resolvem problemas e são utilizados no dia a dia.

Acessibilidade em produtos de saúde: como criar interfaces para todos os usuários

A acessibilidade em produtos de saúde é especialmente importante, pois muitos usuários têm deficiências temporárias ou permanentes que dificultam o uso de interfaces comuns. No projeto TeleSaúde Rural, percebemos que 30% dos usuários tinham dificuldade de usar a câmera do celular para fazer consultas por vídeo, seja por deficiência motora, seja por falta de familiaridade com a tecnologia. Para resolver esse problema, adicionamos a opção de atendimento por áudio, que permitia que o usuário fizesse a consulta sem precisar ligar a câmera, e aumentamos o tamanho dos botões de interface em 30%, para facilitar o uso por pessoas com deficiência motora. Também adicionamos suporte a leitores de tela, para usuários com deficiência visual. O resultado foi que a taxa de satisfação dos usuários com deficiência aumentou de 62% para 94%, e o número de consultas por áudio representou 22% do total de consultas realizadas no primeiro ano. A lição que aprendi é que acessibilidade não é um recurso extra: ela aumenta o público do seu produto e melhora a experiência de todos os usuários.