BA

Fortaleza, CE

Beatriz Alencar

Redatora de Conteúdo Sênior

Com 7 anos de experiência em redação de conteúdo para plataformas digitais, especializada em conteúdo de tecnologia e finanças para públicos de massa. Apaixonada por traduzir conceitos complexos em textos simples e acessíveis para qualquer pessoa.

HABILIDADES

O que eu faço bem

Redação de conteúdo95
Copywriting90
SEO88
Jornalismo85
Edição de texto90
Storytelling87
Pesquisa de palavras-chave82

PROJETOS

Trabalhos em destaque

DEMANDAS RELEVANTES

Projetos em que fiz a diferença

Conteúdo Acessível BRAgosto de 2024

Redação de conteúdo para públicos de baixa escolaridade: como evitar jargões e ser realmente acessível

Meu papel: Autor

# Redação de conteúdo para públicos de baixa escolaridade: como evitar jargões e ser realmente acessível Muitos redatores cometem o erro de achar que 'conteúdo acessível' é só usar palavras curtas, mas na verdade acessibilidade vai muito além disso: é preciso conhecer o público que você está falando, entender as suas dúvidas e usar exemplos do dia a dia dele. Quando comecei a trabalhar no projeto Finanças para Todos, nosso público-alvo era pessoas de baixa renda, com ensino fundamental incompleto, que nunca tinham tido contato com educação financeira. Minha primeira tentativa de escrever um artigo sobre como sair das dívidas usava termos como 'fluxo de caixa', 'juros compostos' e 'endividamento estrutural', que eram completamente desconhecidos para o público. Depois de fazer entrevistas com 20 usuários da plataforma, percebi que eles usavam termos como 'dívida que não acaba nunca' para se referir a juros compostos, e 'gastar mais do que ganha' para se referir a fluxo de caixa negativo. Mudei toda a abordagem: passei a usar exemplos do dia a dia, como 'se você gasta R$ 10 por dia com café fora de casa, no final do mês é R$ 300 que poderia ser usado para pagar uma dívida', e evitei todos os jargões. O resultado foi que a taxa de permanência nos artigos aumentou de 1 minuto para 4 minutos, e os usuários começaram a enviar mensagens dizendo que finalmente entendiam o que estavam lendo. Uma regra que sigo até hoje é: depois de escrever um texto, leia ele para uma pessoa que não tem nenhum conhecimento sobre o assunto, e se ela não entender nada, você precisa reescrever.

O desafio

Criar conteúdo de educação financeira acessível para pessoas de baixa renda e baixa escolaridade

Minha contribuição

Liderança da criação de conteúdo, definição de tom de voz, testes com usuários para validação de clareza

Resultados e impacto

Aumento de 65% no tráfego orgânico, taxa de permanência de 4 minutos por artigo, mais de 1 milhão de visualizações nos vídeos no primeiro ano

RedaçãoConteúdo acessívelEducação financeira
Jornalismo Dados BrasilFevereiro de 2024

Jornalismo de dados para o público geral: como tornar dados complexos acessíveis

Meu papel: Autor

# Jornalismo de dados para o público geral: como tornar dados complexos acessíveis Muitas vezes, dados importantes sobre desigualdade, saúde e educação são apresentados em tabelas e gráficos complicados, que a maioria da população não consegue entender. No projeto de conteúdo da plataforma Educação em Números, nosso desafio era transformar dados complexos sobre desigualdade educacional em conteúdo que qualquer pessoa pudesse entender, independentemente do seu nível de escolaridade. Para isso, usamos uma abordagem de storytelling: em vez de apenas apresentar gráficos, criamos reportagens que contavam histórias de escolas e alunos de diferentes regiões do país, usando os dados para embasar as narrativas. Também criamos infográficos animados para redes sociais, que explicavam os dados de forma visual e simples, sem jargões. O resultado foi que as reportagens tiveram mais de 30 mil compartilhamentos em redes sociais, e 15 prefeituras passaram a utilizar os dados da plataforma para definir políticas de educação. A lição que aprendi é que dados só geram impacto se forem apresentados de forma que as pessoas possam entender e se identificar com eles.

O desafio

Transformar dados complexos sobre desigualdade educacional em conteúdo acessível para o público geral

Minha contribuição

Criação de reportagens, infográficos e roteiros de vídeos, validação de clareza com usuários

Resultados e impacto

Mais de 30 mil compartilhamentos, utilização dos dados por 15 prefeituras, prêmio de melhor conteúdo educativo de 2023

Jornalismo de dadosRedaçãoEducação

ARTIGOS

Ideias que compartilho

Redação de conteúdo para públicos de baixa escolaridade: como evitar jargões e ser realmente acessível

Muitos redatores cometem o erro de achar que 'conteúdo acessível' é só usar palavras curtas, mas na verdade acessibilidade vai muito além disso: é preciso conhecer o público que você está falando, entender as suas dúvidas e usar exemplos do dia a dia dele. Quando comecei a trabalhar no projeto Finanças para Todos, nosso público-alvo era pessoas de baixa renda, com ensino fundamental incompleto, que nunca tinham tido contato com educação financeira. Minha primeira tentativa de escrever um artigo sobre como sair das dívidas usava termos como 'fluxo de caixa', 'juros compostos' e 'endividamento estrutural', que eram completamente desconhecidos para o público. Depois de fazer entrevistas com 20 usuários da plataforma, percebi que eles usavam termos como 'dívida que não acaba nunca' para se referir a juros compostos, e 'gastar mais do que ganha' para se referir a fluxo de caixa negativo. Mudei toda a abordagem: passei a usar exemplos do dia a dia, como 'se você gasta R$ 10 por dia com café fora de casa, no final do mês é R$ 300 que poderia ser usado para pagar uma dívida', e evitei todos os jargões. O resultado foi que a taxa de permanência nos artigos aumentou de 1 minuto para 4 minutos, e os usuários começaram a enviar mensagens dizendo que finalmente entendiam o que estavam lendo. Uma regra que sigo até hoje é: depois de escrever um texto, leia ele para uma pessoa que não tem nenhum conhecimento sobre o assunto, e se ela não entender nada, você precisa reescrever.

Jornalismo de dados para o público geral: como tornar dados complexos acessíveis

Muitas vezes, dados importantes sobre desigualdade, saúde e educação são apresentados em tabelas e gráficos complicados, que a maioria da população não consegue entender. No projeto de conteúdo da plataforma Educação em Números, nosso desafio era transformar dados complexos sobre desigualdade educacional em conteúdo que qualquer pessoa pudesse entender, independentemente do seu nível de escolaridade. Para isso, usamos uma abordagem de storytelling: em vez de apenas apresentar gráficos, criamos reportagens que contavam histórias de escolas e alunos de diferentes regiões do país, usando os dados para embasar as narrativas. Também criamos infográficos animados para redes sociais, que explicavam os dados de forma visual e simples, sem jargões. O resultado foi que as reportagens tiveram mais de 30 mil compartilhamentos em redes sociais, e 15 prefeituras passaram a utilizar os dados da plataforma para definir políticas de educação. A lição que aprendi é que dados só geram impacto se forem apresentados de forma que as pessoas possam entender e se identificar com eles.